Come on, come on, come on, come on now, touch me, babe. Can't you see that I am not afraid? What was that promise that you made? Why won't you tell me what she said? What was that promise that you made? Now, I'm gonna love you 'til the heaven stops the rain. I'm gonna love you 'til the stars fall from the sky for you and I.








people in motion.

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sábado, 19 de novembro de 2011

‎"Ah... a roupa de penguim? Foi só por diversão, na verdade. Alguém, bem no começo de tudo, me perguntou, em um daqueles questionários múltiplos que as revistas tipo 'Jacky' costumavam entregar para os jovens astros pop preencherem (provavelmente ainda o fazem), o que eu queria ser quando crescesse. Eu escrevi "um penguim".

E daí em diante, penguins de todas as formas e tamanhos, fofos ou não, choveram na minha vida! Eu sempre gostei destas pequenas criaturas, e eu sempre quis ir viver com elas por um tempo, como o Sr. Forbush fez [em um filme do reino unindo de 1971, Mr. Forbush and the penguins]... mas foi mais um comentário que eu simplesmente deitei fora.

Havíamos todos nos fantasiado para aquela festa tempos atrás, logo no começo do Queen, e quando chegou a hora de fazer o vídeo para "Slightly Mad", foi idéia do Freddie que eu trouxesse a fantasia de penguim de volta à cena. Ele disse: claro que você deve ser um penguim de novo". Provavelmente ciente de que esta seria a última vez que qualquer um de nós iria fantasiar-se para um vídeo do Queen."

- Brian

"O jeito que o Freddie jogava Scrabble, lembra ?
Ele fazia o possível pra sempre ganhar mais pontos."
"Inventava palavras."
"É, tipo lacka-lacka."
"Filho-da-mãe! rs"
"rs"

sábado, 12 de novembro de 2011


WHEN THE MUSIC IS OVER
TURN ON THE LIGHTS
TURN ON THE LIGHTS
YEAAAAAAH!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

6 de Novembro de 1969

Um dia chuvoso em Los Angeles, nós, The Doors, gravávamos o "Morrison Hotel". Fui entrevistado por Howard Smith, repórter do Village Voice - a bem da verdade foi mais como uma conversa informal, no que era nosso "escritório". Kathy [Lisciandro] também estava lá, acho que se pode ouvir sua voz no vídeo. Bill Siddons também? Não lembro. Possivelmente. Ele talvez tentasse manter a entrevista indo em frente e nos trilhos. O velho Tom Baker também estava lá.

Eu estava de bom-humor, relaxado. Falava sobre o meu filme “HWY”, e o futuro da banda. Eu via a banda indo em frente por pelo menos mais uns sete, oito anos. Ouvir dizer que nos odeiam.. Bem, nós somos a banda que todos amam odiar. Não interessa que talvez seja apenas uma brincadeira, eu já percebi que geralmente, quando as pessoas parecem estar brincar, na verdade falam muito sério. E quando estão sérias, é sempre muito engraçado.







domingo, 6 de novembro de 2011

Um dia, quando a neve se acumulava no alto das montanhas fora de Albuquerque, perto do Pico de Sandia, meu pai Steve e minha mãe Clare nos levaram para andar de tobogã. Steve estava trabalhando na contígua Base Aérea de Kirkland, onde era o oficial executivo e o segundo homem mais importante naquilo que se chamava "Armas Especiais da Aeronáutica Naval". Isto significava energia atômica, ainda então um assunto misterioso que não podia ser discutido em casa. Era o Inverno de 1955 e eu tinha completado doze anos havia poucas semanas. A minha irmã, Anne, que estava se tornando uma espécie de menina traquina e gorda, faria nove anos menos de um mês depois. Andy, meu irmão, um pouco mais robusto do que eu, tinha metade da minha idade.

O quadro era a simplicidade do Inverno: ao fundo, as montanhas de Sange de Cristo, no Novo México, cobertas de neve; em primeiro plano, bochechas rosadas, cabelos escuros ondulantes quase escondidos por gorros quentes – éramos crianças saudáveis com casacos grossos, subindo em tobogãs de madeira. Não estava nevando, sentia-se apenas as rajadas secas e ardentes sopradas pelo vento da montanha. Na extremidade do declive, coloquei Andy na parte da frente do trenó. Anne sentou-se logo atrás dele e eu me enfiei na retaguarda. Utilizando as mãos enluvadas, nos impelimos para a frente e deslizamos fazendo grande algazarra. Íamos cada vez mais depressa.

No trajeto havia uma cabana, da qual nos aproximávamos a grande velocidade. O tobogã precipitou-se pela montanha abaixo como uma nave espacial rompendo o frio do espaço exterior. Andy apavorou-se. “Saltem!”, ele gritava. “Saltem! Saltem!” As galochas de Andy tinham ficado presas debaixo da parte da frente do tobogã onde ele se agitava, balançando em todas as direções. Lembro que ele tentou inclinar-se para trás para se libertar, mas Anne, que estava atrás dele, não podia mover-se. Eu os empurrava para a frente pela retaguarda, segurando-os desamparado. A cabana aproximou-se rapidamente. “Saltem! Saltem!”. O tobogã estava a menos de 20 jardas da cabana posicionada no trajeto direto para uma horrível colisão.

Anne estava como se visse a morte diante de si, a cara paralisada de terror. Andy soluçava. O tobogã passou por baixo de uma grade de amarração e foi detido pelo nosso pai, coisa de cinco pés antes da cabana. Logo que caímos do trenó, Anne balbuciou histericamente como eu havia os empurrado para a frente e não os deixara escapar. Andy continuava a chorar. Steve e Clare tentaram tranquilizar os dois enquanto eu permanecia perto, olhando contente: “Estávamos só nos divertindo”, eu disse.