Quando criança, tinha visto um vagabundo se aproximar para pedir um pedaço de torta à minha mãe. Ela lhe deu, e quando o vagabundo sumiu na estrada, eu, ainda garoto, ainda pequeno, perguntei:
- Mãe, quem era esse homem?
- Ora, um vagabundo.
- Mama, quando crescer também quero ser vagabundo.
- Cale a boca, menino. Um Morrison não nasceu para isso.
Mas eu jamais esqueci aquele dia, e quando cresci, depois de tentar o cinema durante uma curta temporada, tornei-me de fato um vagabundo. Talvez não o mesmo tipo de vagabundo que pede pedaços de torta, talvez um vagabundo que canta. Mas que diferença faz?
- Mãe, quem era esse homem?
- Ora, um vagabundo.
- Mama, quando crescer também quero ser vagabundo.
- Cale a boca, menino. Um Morrison não nasceu para isso.
Mas eu jamais esqueci aquele dia, e quando cresci, depois de tentar o cinema durante uma curta temporada, tornei-me de fato um vagabundo. Talvez não o mesmo tipo de vagabundo que pede pedaços de torta, talvez um vagabundo que canta. Mas que diferença faz?
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