Come on, come on, come on, come on now, touch me, babe. Can't you see that I am not afraid? What was that promise that you made? Why won't you tell me what she said? What was that promise that you made? Now, I'm gonna love you 'til the heaven stops the rain. I'm gonna love you 'til the stars fall from the sky for you and I.








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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Dumbledore sorriu ao reconhecer o rosto a sua frente. Os longos cabelos negros levemente enrolados nas pontas, os olhos azul-acinzentados, a pele branca, as feições inteligentes; não poderiam pertencer a outra pessoa que não Velerie Moon.

- Velerie, minha querida! – Saudou-a calorosamente. – A que devo o enorme prazer de tê-la aqui, em Hogwarts, depois de tantos anos?!

- Dumbledore... – Ela começou, timidamente.

- Me chame de Alvo, minha criança. – Deu-lhe leves tapinhas nas costas da mão.

- Hum, certo... Alvo... O menino Potter já está seguro no expresso de Hogwarts e eu vim aqui, pessoalmente, contar-lhe que cumpri minha tarefa. – Ela parecia apreensiva. – Cuidei dele no mundo trouxa desde que... Desde que seus pais se foram, e hoje o entrego a seu verdadeiro lar, Hogwarts.

- Sim, Velerie. Eu sempre senti uma enorme pena que esse dia chegasse, pois significa que agora você pode ir. Pode viver sua vida como quiser, independente do passado. – Ele parou por um segundo. – É triste ter que dizer-lhe adeus Vel. Sempre é...

- Dumbledore! – Ela corou logo após perceber o tamanho de sua ousadia e disfarçou o embaraço olhando a belíssima fênix que pertencia ao diretor. – Quer dizer... Alvo... – Voltou a olhar nos olhos de Dumbledore. – Eu não quero ir embora. Não quero viver minha vida “como quiser”, pois este garoto é minha vida agora e eu sou totalmente devota a tudo que o envolver. – Encarou o azul cintilante a sua frente e acrescentou. – Quero ficar em Hogwarts!

Dumbledore a olhou de volta ponderando a situação e, depois do que pareceu a Velerie uma eternidade, sorriu.

- Pois bem, não sabe como isso me deixa feliz. Muitíssimo feliz Velerie! Bom, não acho que um cargo de professora seja o que melhor combina com você, por isso creio que vá se sentir muito bem trabalhando com Madame Pomfrey na ala hospitalar do castelo. – Os sábios olhos do diretor se detiveram por um segundo nos pulsos da bruxa antes de voltarem a encará-la nos olhos. – Afinal, com o sangue que você tem, e suas habilidades medibruxas...!

- Ah Alvo! Sim, ficaria extremamente honrada em trabalhar aqui, na ala hospitalar ainda por cima! Você sabe que foi assim que me mantive no mundo dos trouxas?! Como enfermeira chefe! O hospital no qual trabalhava era o que tinha a menor taxa de mortalidade do mundo dos trouxas, e é claro que os administradores se gabavam da enorme competência... Se eles soubessem! – Ela riu.

- E, por decerto, você poderá combinar as técnicas dos dois mundos e não haverá ala hospitalar mais bem servida em toda a Inglaterra! – Enquanto falava, os olhos de Dumbledore caíram sobre um estranho relógio sem ponteiros sobre a mesa. – Mas agora, minha querida, sugiro que se vista com suas vestes de bruxa e venha ao Salão Principal. Você não vai querer perder a seleção de Harry Potter, não é?!

- Por todas as corujas do mundo, claro que não! – Ela levantou-se e fez uma pequena referência, pronta para sair da sala do diretor.

- Ah, antes que se vá Velerie, deixe-me acrescentar que você também deve se preparar para ser apresentada aos alunos e professores como a mais nova medibruxa de Hogwarts! – Ele riu, divertindo-se com a expressão de desconforto dela. – Não adianta contestar, é a tradição apresentar cada nova pessoa que recebemos aqui! Agora, apresse-se, vá...

E ela saiu da sala de Dumbledore, um pouco insegura quanto à grande apresentação que teria que passar, mas muito animada diante do rumo que as coisas tomavam agora.

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